segunda-feira, novembro 17, 2014

NIETZSCH PARA ESTRESSADOS DE ALLAN PERCY - PARTE 92 E 93



92 – Eis a fórmula da felicidade: um sim, um não, uma linha reta, uma meta
Ao longo de toda a história do pensamento, os intelectuais se sentiram tentados a nos dar sua receita de felicidade. Na filosofia moderna, Schopenhauer expôs suas ideias a esse respeito no livro A arte de ser feliz e Bertrand Russell, em A conquista da felicidade.
Um século antes de Nietzsche, Goethe já tinha estabelecido seus oito requisitos para se ter uma vida plena:
1. Saúde o bastante para trabalhar com prazer.
2. Força para lutar contra as dificuldades e superá-las.
3. Capacidade de admitir os próprios erros e se perdoar.
4. Paciência para perseverar até atingir o objetivo.
5. Caridade para ver algo bom no próximo.
6. Amor para ser útil às pessoas.
7. Fé para transformar em realidade as coisas divinas.
8. Esperança para afastar os temores acerca do futuro.

94 – A simplicidade e a naturalidade são o objetivo supremo e último da cultura
Oscar Wilde dizia que os prazeres simples são o último refúgio dos homens complicados.
Um dos precursores da autoajuda, Henry David Thoreau, quis experimentar a vida simples e por isso viveu dois anos no meio da floresta. Dessa experiência surgiu seu livro Walden, publicado em 1854 e referência até hoje.
Estas são algumas das conclusões às quais chegou Thoreau em seu retiro campestre:
• A pessoa mais rica é aquela cujos prazeres são os menos dispendiosos.
• Nossa civilização consiste em milhões de seres vivendo juntos, num espaço restrito, em total solidão.
• A natureza é o único local onde um ser humano pode se encontrar consigo mesmo.
• As coisas não mudam – nós mudamos.
• Seguir a trilha dos próprios sonhos e viver a vida que desejamos é garantia de sucesso.
• Investir em bondade é o melhor negócio que você pode fazer.

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