Sábado, Fevereiro 04, 2012

O PRAZER DA LEITURA



























“Os prazeres da leitura são múltiplos.
Lemos para saber, para compreender,
para refletir. Lemos também pela
beleza da linguagem,
para nossa emoção, para nossa perturbação.
Lemos para compartilhar.
Lemos para sonhar e para aprender a sonhar
(há várias maneiras de sonhar...).
A melhor maneira de começar a sonhar
é por meio dos livros...”
José Moraes - Escritor

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012

AS AVENTURAS DE TINTIM

Levar o personagem dos quadrinhos do belga Hergé para as
telonas era um projeto antigo do diretor Steven Spielberg
“Estava esperando para fazer Tintim desde a primeira vez 
 (da trilogia O Senhor dos Anéis), cuja empresa foi contratada
 para desenvolver os primeiros testes dos personagens
 em live-action - uma combinação de atores reais com 
animações computadorizadas. O resultado é um filme
 em 3D cheio de ação, do começo ao fim.
   Divulgação


Tudo começa quando Tintim (Jamie Bell, de Billy Elliott) 
compra um protótipo de navio a vela, o Licorne (ou Unicórnio), em um mercado de pulgas. Mal sabia que a embarcação
 guardava um segredo em seu mastro: uma das três partes
 de um mapa de um tesouro perdido. Ele recebe, então,
 uma oferta do misterioso Ivan Sakharine (Daniel Craig)
 para vendê-lo. Intrigado, recusa a proposta e, por causa
 disso, é sequestrado e vai parar em um navio que segue
 para o Marrocos. Na viagem, encontra o capitão alcoólatra
 Haddock (Andy Serkis), que não estava ali por acaso.
 Essa dupla, com a ajuda de Milu, vai se meter em diversas 
confusões por lugares exóticos.


As Aventuras de Tintim venceu o Globo de Ouro na categoria
 animação e também é um forte candidato a ser indicado ao 
Oscar. Como já descreveu o próprio Spielberg, Tintim é 
o “Indiana Jones para crianças” – e ao longo do filme
 é impossível não relacionar os dois personagens, que 
são curiosos e bons de briga. Mas algumas cenas violentas 
e o roteiro um tanto rebuscado fazem de As Aventuras de Tintim 
acessível só para os maiores, a partir de 10 anos. Se ainda
 falta algum tempo para o seu filho chegar lá, vale a
 pena esperar. E é provável que, nesse intervalo, 
ainda sejam lançados mais dois episódios da saga.


Segunda-feira, Janeiro 30, 2012

- INCENTIVE SEU FILHO A TER AMOR PELOS LIVROS


Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livros
"Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro." O relato é de Lygia Bojunga. Quando criança, ela fazia do livro um brinquedo. Já adulta, transformou-se em uma das principais escritoras brasileiras de livros infantis. A história de Lygia ilustra e comprova a teoria de que o contato com os livros desde cedo é importante para incentivar o gosto pela literatura.
Os benefícios da leitura são amplamente conhecidos. Quem lê adquire cultura, passa a escrever melhor, tem mais senso crítico, amplia o vocabulário e tem melhor desempenho escolar, dentre muitas outras vantagens. Por isso, é importante ler e ter contato com obras literárias desde os primeiros meses de vida. Mas como fazer com que crianças em fase de alfabetização se interessem pelos livros? É verdade que, em meio a brinquedos cada vez mais lúdicos e cheios de recursos tecnológicos, essa não é uma tarefa fácil. Mas pequenas ações podem fazer a diferença.
"O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o gosto pelos livros", afirma Rosane Lunardelli, doutora em Estudos da Linguagem e professora Universidade Estadual de Londrina (UEL). A família tem o papel, portanto de mostrar para a criança que a leitura é uma atividade prazerosa, e não apenas uma obrigação, algo que deve ser feito porque foi pedido na escola, por exemplo. "As crianças precisam ser encantadas pela leitura", diz Lucinea Rezende, doutora em Educação e também professora da UEL.
Para seduzir pela leitura, há diversas atividades que os pais e outros familiares podem colocar em prática com a criança e, assim, fazer do ato de ler um momento divertido. No período da alfabetização - antes dela e um pouco depois também -, especialistas sugerem que se misture a leitura com brincadeira, fazendo, por exemplo, representações da história lida, incentivando a criança a criar os próprios livros e pedindo que a criança ilustre uma história. "Para encantar as crianças pequenas, é essencial brincar com o livro", recomenda Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Maria Afonsina também dá uma dica: nunca reclame dos preços dos livros diante do seu filho. "O livro precisa ser valorizado", diz ela.
Fonte:Educar para Crescer

Segunda-feira, Janeiro 23, 2012

TEM CONCURSO CULTURAL, ESTOU PARTICIPANDO COM ESSE BEBÊ COELHO

NO BLOG BAÚ DE LETRAS TEM CONCURSO CULTURAL, ESTOU PARTICIPANDO COM ESSE BEBÊ COELHO.  PASSA LÁ E VOTE. BEIJOSSS

LINK DO BLOG http://www.baudeletras.com/

Sábado, Janeiro 21, 2012

ALICE E FLORA MARIÁ - MINHAS SOBRINHAS


"Nossa inteligência se manifesta na comida que preparamos, na maneira como educamos nossos filhos, até em como mantemos a casa em ordem mesmo trabalhando fora", explica a psicóloga Adriana Veronese. Cada um nasce com uma combinação específica de talentos, que podemos exercitar ou não.

Descubra os 9 tipos de inteligência que existem

Lógico-matemática
O que é? Capacidade de trabalhar com símbolos abstratos, como números e formas geométricas. Trata-se da principal base para os testes de QI, por isso, muitas pessoas dizem que gênio é quem sabe fazer complicadas contas de cabeça.
Quem se dá bem? Cientistas, contadores, advogados, matemáticos e programadores de computador.
Linguística
O que é? Ter o domínio da linguagem, seja ela falada ou escrita, e do significado das palavras. Quem tem esse tipo de inteligência se comunica muito bem.
Quem se dá bem? Poetas, oradores, jornalistas, escritores, novelistas, comediantes e diretores de teatro.


Musical
O que é? Habilidade para escutar, diferenciar e executar padrões musicais, seja compondo uma música, cantando ou tocando algum instrumento. É comum percebermos isso quando alguém toca "de ouvido", mas essa não é a única forma de demonstrar esse tipo de inteligência.
Quem se dá bem? Músicos, cantores, maestros e compositores.
Espacial
O que é? Facilidade de compreender o mundo visual, permitindo criar coisas que não existem, como prédios, objetos, desenhos ou obras de arte, por exemplo.
Quem se dá bem? Arquitetos, escultores, engenheiros, cirurgiões plásticos, fotógrafos e desenhistas.
Corporal-cinestésica
O que é? Capacidade de usar o corpo num esporte ou para expressar emoção.
Quem se dá bem? Atores, atletas, mímicos, dançarinos, artistas de circo.
Intrapessoal
O que é? Habilidade de conhecer a si próprio aliada a uma grande capacidade de intuição (o famoso "sexto sentido").
Quem se dá bem? Filósofos, psicólogos e conselheiros espirituais.
Interpessoal
O que é? Facilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros, além de atuar em grupo.
Quem se dá bem? Políticos, professores e líderes religiosos.
Naturalista
O que é? Extrema sensibilidade para compreender e organizar de maneira harmônica vários objetos, fenômenos e padrões da natureza.
Quem se dá bem? Jardineiros, arquitetos e paisagistas.


Existencial
O que é? Essa inteligência ainda está sob investigação dos especialistas. Na teoria, ela abrange a capacidade de uma pessoa refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência humana.
Quem se daria bem? Líderes espirituais e pensadores filosóficos.


Deixe o cérebro do seu filho afiado

Veja como estimular as inteligências de seu filho para que ele se torne um adulto muito mais feliz e criativo.
Ofereça a seus filhos a oportunidade de...
· Contar histórias
· Desenhar e pintar
· Cantar e ouvir música
· Dançar
· Jogar bola ou nadar
· Ler (vale tudo! Gibis, rótulos de embalagem, e livros, claro)
· Brincar com bloquinhos de montar de vários tamanhos
· Aprender a negociar
· Escrever (por e-mail, à mão, com letra de forma ou não)
· Ajudar a preparar uma refeição (com a supervisão de um adulto)
· Ganhar e administrar a mesada
· Consolar alguém que está triste
· Oferecer os cuidados básicos a um bichinho de estimação

Terça-feira, Janeiro 17, 2012

O CONTADOR DE HISTÓRIAS






O contador de histórias é uma figura ancestral, presente no
imaginário de inúmeras gerações ao longo da História. Em um
 universo desprovido de recursos midiáticos, este ser era
 imprescindível para a formação dos futuros adultos, conferindo
 às crianças, através
das narrativas de histórias, ‘causos’, mitos, lendas, entre outras, 
uma imagem menos apavorante de uma realidade então povoada 
pelo desconhecido.
Ao mesmo tempo em que amenizava os medos e uma existência 
muitas vezes desfavorável, o narrador ajudava as pessoas a
entenderem melhor o que se passava a sua volta, a enfrentar 
os dilemas e confrontos de natureza social e individual, extraindo 
das experiências o aprendizado mais profundo.
Normalmente o contador está muito presente na Era Medieval, 
nos castelos tantas vezes sombrios, nas moradas mais remotas,
nos povoados disseminados pelas áreas rurais, com o objetivo de
 compartilhar suas vivências e gerar em torno do grupo magnetizado
por suas histórias uma proteção gerada pelo próprio encanto do 
momento e pela força do coletivo.
 As narrativas eram tecidas pela 
voz mágica do contador, ao redor de fogueiras ou lareiras que 
contribuíam para criar uma atmosfera de intensa magia.
Mas o narrador oral é ainda mais antigo, remontando historicamente 
à Antiguidade greco-romana, na figura dos bardos, responsáveis
pela transmissão de histórias, lendas e poemas orais na
forma de canções.
 Quanto mais desconhecido era o mundo em que se vivia,
maior necessidade se tinha de povoar este universo com imagens
que pudessem, ao mesmo tempo, educar e fortalecer a coragem,
 predispondo as pessoas a enfrentarem os monstros,  e 
dragões que habitavam suas mentes.

Sábado, Janeiro 14, 2012

"FAZ DE CONTA" BRINQUE COM SEU FILHO


Brinque com seu filho de "faz de conta"

Aproveite as férias para brincar com o seu pequeno de "faz de conta". Esta simples brincadeira ajuda a criança a desenvolver a coordenação motora, enriquecer a linguagem e estimular o pensamento abstrato

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Rita Trevisan
Menina brincando com a mãe
Entrar no mundo da fantasia é também uma oportunidade para os pequenos de se colocarem em situações que eles ainda não conseguem compreender
Foto: Getty Images
Em uma única tarde, seu filho é capaz de ser um super-herói, o melhor jogador do mundo e o explorador incansável de cenários além da imaginação. A menina, por sua vez, transita com naturalidade tanto pelo papel de princesa quanto pela imitação de uma mamãe dedicada, dando de comer à boneca e trocando a fralda. No instante seguinte, nada impede que eles se transformem em leões ferozes ou astronautas... Afinal, o mundo da imaginação não tem limites.
O faz de conta é uma grande prova de inteligência. "Esses jogos, que começam como imitações despretensiosas, desencadeiam processos psíquicos cada vez mais complexos, que envolvem a observação de uma situação (real ou fictícia), sua análise e a capacidade de sintetizar e extrair significados do que está vivendo direta ou indiretamente. Só depois de todo esse trabalho mental, a criança reproduz nas brincadeiras o mundo imaginado", explica a pedagoga Maria Ângela Barbato Carneiro, de São Paulo.
Em outras palavras, por trás de uma diversão que parece simples, há uma série de atividades intelectuais conjugadas. Afinal, para representar um papel, seu filho primeiro precisa formar imagens mentais dotadas de significado e, em seguida, imaginar gestos e frases capazes de representá-las. "Assim, para brincar de mamãe e filhinha, a garota tem que observar o comportamento dos adultos e, depois, reproduzir o que foi capaz de internalizar, acessando a memória para isso. Na realidade, ela vai imitar um modelo que, no momento da brincadeira, estará ausente, o que é uma característica do pensamento abstrato ou simbólico", completa a psicóloga Vera Barros de Oliveira.

Imaginação a mil

Com frequência, entrar no mundo da fantasia é também uma oportunidade para os pequenos de se colocarem em situações que eles ainda não conseguem compreender muito bem. "Ali, no mundo do faz de conta, a criança tenta reproduzir, a seu modo, tudo o que está à sua volta, atribuindo um sentido à realidade", explica Vera.
Brincar é também uma ótima maneira de perceber a si e ao outro e uma oportunidade valiosa de passar a entender as diversas possibilidades de interação com outras pessoas e com o ambiente. "Por isso, dizemos que a criança representa os papéis sociais antes de se socializar de fato. É como se fizesse um treino sozinha, enquanto brinca, para depois testar as habilidades no grupo", completa a psicóloga.

Participação discreta

Não precisa muito para seu filho exercitar todo esse progresso. Com espaço para se movimentar, brinquedos apropriados à fase e liberdade para explorar alguns materiais de uso doméstico, como utensílios de cozinha e objetos decorativos, ele faz a festa. Facilmente, a tampa da panela vira um volante de carro e a vassoura se transforma em cavalinho. "Quem faz do objeto um brinquedo é a criança. Portanto, não precisa oferecer a ela uma coleção de brinquedos sofisticados. Em geral, bolas pequenas, bonecas, carrinhos que permitam carregar objetos, brinquedos de arrastar e puxar, peças grandes de encaixe, fantasias e fantoches garantem a diversão ao mesmo tempo que, por sua neutralidade, permitem criar e representar diferentes situações", explica Maria Ângela.
De vez em quando, os pais podem dar uma força, propondo um teatrinho, uma dança ou umasessão de contação de histórias.&nBsp;Só é preciso cuidado para não dirigir a brincadeira o tempo inteiro dizendo como o pequeno deve manipular os brinquedos ou sugerindo situações que ele possa representar. "A criança precisa de tempo e de liberdade para brincar sozinha e fazer suas descobertas. Os pais só devem intervir quando forem solicitados ou para promover desafios que ajudem o filho a avançar nas explorações", aconselha a pedagoga.