Sábado, Fevereiro 18, 2012

COMO ENSINAR A IMPORTÂNCIA DOS ESTUDOS PARA SEU FILHO.


Como ajudar seu filho na escola

Saiba como ensinar a importância dos estudos para o seu filho.

Mãe estudando com os filhos
Defina um local de estudo: esse ambiente deve ser calmo e silencioso

Seu filho detesta estudar? Tatiana Sessa, autora do livro E Agora?
 Meu Filho Não Gosta de Estudar (Ed. Best Seller), dá dicas 
certeiras para que a criança goste dos livros, comporte-se
 em sala de aula e tire boas notas. 
Confira:
Estude junto com ele: se você não tem a menor ideia de
como ajudá-lo na tarefa, que tal dar uma olhada
 no livro da matéria? Assim, os dois aprendem coisas novas.
Faça ele ensinar você: quando não compreender alguma parte
 da tarefa, você também pode pedir que seu filho lhe explique.
 Funciona como uma chamada oral.
Respeite os professores: mesmo que a escola seja particular,
 jamais trate os professores como seus empregados nem 
critique os funcionários na frente de seu filho.
Não desautorize o pai: você e seu companheiro devem conversar sozinhos antes de tomar decisões, para evitar que um permita algo /que o outro proibiu, por exemplo. Essa dica é especialmente importante para filhos de pais separados.
Diga "não" sem culpa: quando o "não" tem argumentos fortes 
claros para seu filho, ele aprende a lidar com os limites e 
entende que não pode ter tudo o que quer na vida. Só não
 vale dizer o famoso "é não porque não": isso não ensina nada, só serve de muleta.
Estipulem horários juntos: organizem uma rotina de estudo:
 seu filho mesmo pode sugerir os melhores horários para isso.
Defina um local de estudo: esse ambiente deve ser silencioso, 
sem interferência de TV, celular e internet.
Descubra como ele aprende: há quem aprenda melhor
 fazendo resumos e quem precise ler em voz alta.

Elogie o esforço, não só a nota: falar que ir bem na escola "é obrigação" não motiva ninguém a se dedicar mais...
Aproxime-se de seu filho: com confiança, ele abrirá o jogo
 sobre as dificuldades que encontra nos estudos.
Troque sermão por diálogo: em vez de dar uma bronca a 
cada nota baixa, preste atenção ao que ele tem a dizer.
Faça-o a escrever à mão: acostume seu filho a responder 
bilhetinhos por escrito, sem usar o computador. Isso vai
 deixá-lo mais seguro ao escrever redações e, de quebra, 
melhora a letra.
Associe o aprendizado com a diversão: fazer um bolo,
 uma pesquisa no zoológico ou um experimento de ciências
 pode ser tão instrutivo quanto divertido.
Lígia Menezes

Terça-feira, Fevereiro 14, 2012

LITERATURA INFANTIL -

Entendendo a Literatura Infantil

Há uma enorme discussão entre os teóricos para entender a Literatura Infantil. A discussão passa pela conceituação, a concepção da infância e do leitor, a ligação da literatura infantil e a escola, até o caráter literário dessas obras para crianças.
    Os primeiros livros para crianças surgem somente no final do século XVII escritos por professores e pedagogos. Estavam diretamente relacionados a uma função utilitário-pedagógica e, por isso, foram sempre considerados uma forma literária menor. A produção para a infância surgiu com o objetivo de ensinar valores (caráter didático), ajudar a enfrentar a realidade social e propiciar a adoção de hábitos. Infelizmente, ainda podemos encontrar esses objetivos na produção infantil contemporânea.
    Para entender melhor essa função utilitário-pedagógica presente na literatura infatil vamos ver o que falam Maria José Palo e Maria Rosa D. Oliveira:

Dentro do contexto da literatura infantil, a função pedagógica implica a ação educativa do livro sobre a criança. De um lado, relação comunicativa leitor-obra, tendo por intermediário o pedagógico, que dirige e orienta o uso da informação; de outro, a cadeia de mediadores que interceptam a relação livro-criança: família, escola, biblioteca e o próprio mercado editorial, agentes controladores de usos que dificultam à criança a decisão e escolha do que e como ler.
Extremamente pragmática, essa função pedagógica tem em vista uma interferência sobre o universo do usuário através do livro infantil, da ação de sua linguagem, servindo-se da força material que palavras e imagens possuem, como signos que são, de atuar sobre a mente daquele que as usa; no caso, a criança.1

    No Brasil, a Literatura Infantil só chegou no final do século XIX. A literatura oral prevaleceu até esse período com o misticismo e o folclore das culturas indígenas, africanas e européias.



Carlos Jansen e Alberto Figueiredo Pimentel foram os primeiros brasileiros a se preocuparem com a literatura infantil no país, traduzindo as mais significativas páginas dos hoje considerados "clássicos" para a garotada.
Com Thales de Andrade, em 1917, é que a literatura infantil nacional teve início. E foi em 1921 que nosso grande Monteiro Lobato estreou com "Narizinho Arrebitado", apresentando ao mundo Emília, a mais moderna e encantadora fada humanizada.2

    No entanto, só após a década de 70 houve um grande desenvolvimento da literatura para crianças com a entrada de grandes editoras no mercado.

A produção brasileira de literatura infanto-juvenil, até a década de 70, foi esporádica, constituindo-se basicamente de traduções de clássicos e de algumas coleções estrangeiras de grande apelo comercial.3

 Autora:Valéria de Oliveira Alves

1- PALO, Maria José e OLIVEIRA, Maria Rosa D. Literatura Infantil -Voz de Criança. São Paulo: Ática, 1986.
2- DINORAH, Maria. O livro infantil e a formação do leitor Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
3- CUNHA, Leo. "Literatura Infantil e Juvenil". In: Formas e Expressões do Conhecimento. Minas Gerais: Ed. UFMG, 1998.

Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012

LINDAS FRASES


"Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção da vida dos outros." (Carlos Drummond de Andrade)
"Uma grande obra é sempre, aos olhos do mundo, uma imprudência."( Lebret )
"Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer."( Eleanor Roosevelt )
"Superar o fácil não tem mérito, é obrigação; vencer o difícil é glorificante; ultrapassar o outrora impossível é esplendoroso." (Alexandre Fonteles)
"Experiência é o nome que nós damos aos nossos próprios erros."( Oscar Wilde )
"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."
( Madre Teresa de Calcutá )
"Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades."( Epícuro )
"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha."( Confúcio )
"Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência." ( Henry Ford )
"Nenhuma mente que se abre para uma nova idéia voltará a ter o tamanho original."( Albert Einstein)
"Mais vale se sujar um pouco andando, do que morrer sentado."( Luiz Marins )
"A esperança é o alimento de nossa alma, ao qual sempre se mistura o veneno do medo."
( Voltaire )
"Tartarugas conhecem as estradas melhor do que os coelhos." (Kahlil Gibran)
"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações."
(Vincent Van Gogh)
"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita."
( Mahatma Gandhi )

Sábado, Fevereiro 04, 2012

O PRAZER DA LEITURA



























“Os prazeres da leitura são múltiplos.
Lemos para saber, para compreender,
para refletir. Lemos também pela
beleza da linguagem,
para nossa emoção, para nossa perturbação.
Lemos para compartilhar.
Lemos para sonhar e para aprender a sonhar
(há várias maneiras de sonhar...).
A melhor maneira de começar a sonhar
é por meio dos livros...”
José Moraes - Escritor

Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012

AS AVENTURAS DE TINTIM

Levar o personagem dos quadrinhos do belga Hergé para as
telonas era um projeto antigo do diretor Steven Spielberg
“Estava esperando para fazer Tintim desde a primeira vez 
 (da trilogia O Senhor dos Anéis), cuja empresa foi contratada
 para desenvolver os primeiros testes dos personagens
 em live-action - uma combinação de atores reais com 
animações computadorizadas. O resultado é um filme
 em 3D cheio de ação, do começo ao fim.
   Divulgação


Tudo começa quando Tintim (Jamie Bell, de Billy Elliott) 
compra um protótipo de navio a vela, o Licorne (ou Unicórnio), em um mercado de pulgas. Mal sabia que a embarcação
 guardava um segredo em seu mastro: uma das três partes
 de um mapa de um tesouro perdido. Ele recebe, então,
 uma oferta do misterioso Ivan Sakharine (Daniel Craig)
 para vendê-lo. Intrigado, recusa a proposta e, por causa
 disso, é sequestrado e vai parar em um navio que segue
 para o Marrocos. Na viagem, encontra o capitão alcoólatra
 Haddock (Andy Serkis), que não estava ali por acaso.
 Essa dupla, com a ajuda de Milu, vai se meter em diversas 
confusões por lugares exóticos.


As Aventuras de Tintim venceu o Globo de Ouro na categoria
 animação e também é um forte candidato a ser indicado ao 
Oscar. Como já descreveu o próprio Spielberg, Tintim é 
o “Indiana Jones para crianças” – e ao longo do filme
 é impossível não relacionar os dois personagens, que 
são curiosos e bons de briga. Mas algumas cenas violentas 
e o roteiro um tanto rebuscado fazem de As Aventuras de Tintim 
acessível só para os maiores, a partir de 10 anos. Se ainda
 falta algum tempo para o seu filho chegar lá, vale a
 pena esperar. E é provável que, nesse intervalo, 
ainda sejam lançados mais dois episódios da saga.


Segunda-feira, Janeiro 30, 2012

- INCENTIVE SEU FILHO A TER AMOR PELOS LIVROS


Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livros
"Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro." O relato é de Lygia Bojunga. Quando criança, ela fazia do livro um brinquedo. Já adulta, transformou-se em uma das principais escritoras brasileiras de livros infantis. A história de Lygia ilustra e comprova a teoria de que o contato com os livros desde cedo é importante para incentivar o gosto pela literatura.
Os benefícios da leitura são amplamente conhecidos. Quem lê adquire cultura, passa a escrever melhor, tem mais senso crítico, amplia o vocabulário e tem melhor desempenho escolar, dentre muitas outras vantagens. Por isso, é importante ler e ter contato com obras literárias desde os primeiros meses de vida. Mas como fazer com que crianças em fase de alfabetização se interessem pelos livros? É verdade que, em meio a brinquedos cada vez mais lúdicos e cheios de recursos tecnológicos, essa não é uma tarefa fácil. Mas pequenas ações podem fazer a diferença.
"O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o gosto pelos livros", afirma Rosane Lunardelli, doutora em Estudos da Linguagem e professora Universidade Estadual de Londrina (UEL). A família tem o papel, portanto de mostrar para a criança que a leitura é uma atividade prazerosa, e não apenas uma obrigação, algo que deve ser feito porque foi pedido na escola, por exemplo. "As crianças precisam ser encantadas pela leitura", diz Lucinea Rezende, doutora em Educação e também professora da UEL.
Para seduzir pela leitura, há diversas atividades que os pais e outros familiares podem colocar em prática com a criança e, assim, fazer do ato de ler um momento divertido. No período da alfabetização - antes dela e um pouco depois também -, especialistas sugerem que se misture a leitura com brincadeira, fazendo, por exemplo, representações da história lida, incentivando a criança a criar os próprios livros e pedindo que a criança ilustre uma história. "Para encantar as crianças pequenas, é essencial brincar com o livro", recomenda Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Maria Afonsina também dá uma dica: nunca reclame dos preços dos livros diante do seu filho. "O livro precisa ser valorizado", diz ela.
Fonte:Educar para Crescer

Segunda-feira, Janeiro 23, 2012

TEM CONCURSO CULTURAL, ESTOU PARTICIPANDO COM ESSE BEBÊ COELHO

NO BLOG BAÚ DE LETRAS TEM CONCURSO CULTURAL, ESTOU PARTICIPANDO COM ESSE BEBÊ COELHO.  PASSA LÁ E VOTE. BEIJOSSS

LINK DO BLOG http://www.baudeletras.com/

Sábado, Janeiro 21, 2012

ALICE E FLORA MARIÁ - MINHAS SOBRINHAS


"Nossa inteligência se manifesta na comida que preparamos, na maneira como educamos nossos filhos, até em como mantemos a casa em ordem mesmo trabalhando fora", explica a psicóloga Adriana Veronese. Cada um nasce com uma combinação específica de talentos, que podemos exercitar ou não.

Descubra os 9 tipos de inteligência que existem

Lógico-matemática
O que é? Capacidade de trabalhar com símbolos abstratos, como números e formas geométricas. Trata-se da principal base para os testes de QI, por isso, muitas pessoas dizem que gênio é quem sabe fazer complicadas contas de cabeça.
Quem se dá bem? Cientistas, contadores, advogados, matemáticos e programadores de computador.
Linguística
O que é? Ter o domínio da linguagem, seja ela falada ou escrita, e do significado das palavras. Quem tem esse tipo de inteligência se comunica muito bem.
Quem se dá bem? Poetas, oradores, jornalistas, escritores, novelistas, comediantes e diretores de teatro.


Musical
O que é? Habilidade para escutar, diferenciar e executar padrões musicais, seja compondo uma música, cantando ou tocando algum instrumento. É comum percebermos isso quando alguém toca "de ouvido", mas essa não é a única forma de demonstrar esse tipo de inteligência.
Quem se dá bem? Músicos, cantores, maestros e compositores.
Espacial
O que é? Facilidade de compreender o mundo visual, permitindo criar coisas que não existem, como prédios, objetos, desenhos ou obras de arte, por exemplo.
Quem se dá bem? Arquitetos, escultores, engenheiros, cirurgiões plásticos, fotógrafos e desenhistas.
Corporal-cinestésica
O que é? Capacidade de usar o corpo num esporte ou para expressar emoção.
Quem se dá bem? Atores, atletas, mímicos, dançarinos, artistas de circo.
Intrapessoal
O que é? Habilidade de conhecer a si próprio aliada a uma grande capacidade de intuição (o famoso "sexto sentido").
Quem se dá bem? Filósofos, psicólogos e conselheiros espirituais.
Interpessoal
O que é? Facilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros, além de atuar em grupo.
Quem se dá bem? Políticos, professores e líderes religiosos.
Naturalista
O que é? Extrema sensibilidade para compreender e organizar de maneira harmônica vários objetos, fenômenos e padrões da natureza.
Quem se dá bem? Jardineiros, arquitetos e paisagistas.


Existencial
O que é? Essa inteligência ainda está sob investigação dos especialistas. Na teoria, ela abrange a capacidade de uma pessoa refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência humana.
Quem se daria bem? Líderes espirituais e pensadores filosóficos.


Deixe o cérebro do seu filho afiado

Veja como estimular as inteligências de seu filho para que ele se torne um adulto muito mais feliz e criativo.
Ofereça a seus filhos a oportunidade de...
· Contar histórias
· Desenhar e pintar
· Cantar e ouvir música
· Dançar
· Jogar bola ou nadar
· Ler (vale tudo! Gibis, rótulos de embalagem, e livros, claro)
· Brincar com bloquinhos de montar de vários tamanhos
· Aprender a negociar
· Escrever (por e-mail, à mão, com letra de forma ou não)
· Ajudar a preparar uma refeição (com a supervisão de um adulto)
· Ganhar e administrar a mesada
· Consolar alguém que está triste
· Oferecer os cuidados básicos a um bichinho de estimação

Terça-feira, Janeiro 17, 2012

O CONTADOR DE HISTÓRIAS






O contador de histórias é uma figura ancestral, presente no
imaginário de inúmeras gerações ao longo da História. Em um
 universo desprovido de recursos midiáticos, este ser era
 imprescindível para a formação dos futuros adultos, conferindo
 às crianças, através
das narrativas de histórias, ‘causos’, mitos, lendas, entre outras, 
uma imagem menos apavorante de uma realidade então povoada 
pelo desconhecido.
Ao mesmo tempo em que amenizava os medos e uma existência 
muitas vezes desfavorável, o narrador ajudava as pessoas a
entenderem melhor o que se passava a sua volta, a enfrentar 
os dilemas e confrontos de natureza social e individual, extraindo 
das experiências o aprendizado mais profundo.
Normalmente o contador está muito presente na Era Medieval, 
nos castelos tantas vezes sombrios, nas moradas mais remotas,
nos povoados disseminados pelas áreas rurais, com o objetivo de
 compartilhar suas vivências e gerar em torno do grupo magnetizado
por suas histórias uma proteção gerada pelo próprio encanto do 
momento e pela força do coletivo.
 As narrativas eram tecidas pela 
voz mágica do contador, ao redor de fogueiras ou lareiras que 
contribuíam para criar uma atmosfera de intensa magia.
Mas o narrador oral é ainda mais antigo, remontando historicamente 
à Antiguidade greco-romana, na figura dos bardos, responsáveis
pela transmissão de histórias, lendas e poemas orais na
forma de canções.
 Quanto mais desconhecido era o mundo em que se vivia,
maior necessidade se tinha de povoar este universo com imagens
que pudessem, ao mesmo tempo, educar e fortalecer a coragem,
 predispondo as pessoas a enfrentarem os monstros,  e 
dragões que habitavam suas mentes.